Inglês

 

AS CRIANÇAS APRENDEM UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA

O processo de aquisição da língua estrangeira é semelhante ao processo de aquisição da língua materna. As crianças:

ouvem → compreendem → apropriam-se do significado → reproduzem

Ao aprender a falar a língua materna, os bebês ficam expostos diretamente a ela – ouvem, tocam, sentem, cheiram e experimentam os sons. Apesar disso tudo, só se sentem a vontade para falar depois de se apropriar do som e do significado das coisas. Começam a associar os sons ao que podem ver e entender. Começam a usar a língua para conseguirem o que querem e para interagir com os outros. Com o tempo, dizem o que ouvem os outros dizerem e até repetem o sotaque das pessoas ao seu redor. De forma semelhante, ao começarem a falar inglês, as crianças não produzem palavras e frases prefeitas. Elas precisam experimentar os sons e brincar com eles. O processo é lento, mas consistente. A partir do momento em que elas apreendem o significado das estruturas e do vocabulário apresentado, começam a empregá-los. Nessa fase, o mais importante é fazer com que os alunos gostem da língua e a usem como meio de comunicação tão fluente e intuitivamente quanto possível.

Etapas de aprendizagem de uma língua:

As crianças aprendem inconscientemente, sem perceber. Cada um tem um tempo próprio, e a aprendizagem passa por etapas:
– Período de silencio;
-Limitam palavras isoladas;
-Utilizam discursos telegráficos e gestos;
-Repetem frases curtas ligadas a uma determinada situação, usam uma estrutura sem analisá-la por um tempo e afinal reconhecem a regra da língua.

O grande desafio é fazer com que a aprendizagem da língua aconteça de forma gradual, agradável, divertida e da maneira mais natural possível, por meio de atividades apropriadas. É possível estimular e administrar a curiosidade das crianças por meio de recursos que promovem contextualização e dão significado às atividades e interagem com o mundo delas, fazendo com que se sintam à vontade e participem integramente do processo de aprendizagem.

A mudança na prática educativa só virá se mudarmos, primeiramente, certas convicções e crenças que temos a respeito do processo de ensinar/aprender.